Vamos colocar o Nassif no topo do Google

Como muitos de vocês devem saber, a revista Veja está sendo dissecada pelo Luis Nassif em uma série de artigos brilhantes, que mostram como ela publica informações deliberadamente falsas para atingir inimigos, em nome de escusos interesses comerciais.

Mostrar que a Veja não é um órgão de imprensa, mas um pasquim de difamação, é uma tarefa que transcende questões políticas ou ideológicas. A Veja não é ruim porque defende esta ou aquela idéia, mas porque dá ares de verdade a mentiras cuidadosamente fabricadas.

O dossiê do Nassif é o exemplo mais bem acabado de jornalismo independente, investigativo e crítico. Nenhum órgão de imprensa teria coragem de publicá-lo, por isso ele está numa página gratuita e conta apenas conosco, que acreditamos em informação dada com honestidade, para divulgá-lo.

Como você deve reparado, os links deste post não dão para o site da revista, mas para o dossiê. Isso chama-se google bombing, e este post é uma adesão à campanha do Bender Blog. Você que tem um blog ou apenas posta em fóruns abertos, e quiser ajudar, basta fazer um link com a palavra Veja e colocar como destino o endereço:

http://luis.nassif.googlepages.com

Se tudo der certo, o usuário que buscar por Veja no Google achará o dossiê do Nassif entre as primeiros resultados.

(via Pensar Enlouquece)

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Sobre Marcus Pessoa

Alguém em busca de mais vida offline.
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5 respostas para Vamos colocar o Nassif no topo do Google

  1. Silvia disse:

    Gostei da dica. Bem interessante.

  2. Pingback: Luiz Nassif e a Blogosfera > Google Bomb na Veja! | Prove Isso.net

  3. Marcelo disse:

    Boa dica.
    Agora Marcus e Nassif,
    Respeita aí o Pasquim, pô!! Humor inteligente e contestação em épocas bem mais obscuras, quando não se tinha internet para desmistificar farsas.
    Veja é tablóide ou panfleto. Pasquim nunca!

    Obs. Aliás, o Pasquim teve este nome para evitar ser xingado de… “Pasquim”.

  4. Henrique disse:

    Boa, Marcus. Endosso quase integralmente (com a mesma ressalva do Marcelo quanto ao Pasquim, ainda que nesse caso a palavra tenha sido usada como substantivo comum, e não próprio).

  5. Pingback: CMilfont » Veja e Nassif

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